Imaginário

2020

A Terra foi assolada por uma pandemia global. Começou na China, depois na Malásia, indonésia, Guiné, Canadá, Bélgica....

As notícias eram assustadoras, por todo o lado as pessoas estavam doentes.

As ruas ficaram desertas. Cessou a música, não se pintavam quadros e os cinemas estavam vazios. Nos campos do recreio já não se jogava à bola e nas pracetas não havia jogos.

As pessoas tinham medo do que andava no ar. Era urgente procurar uma cura. O mundo precisava voltar a ser mundo.

Corria um rumor nas ruas. Todos diziam o mesmo... O Espaço... A cura está no espaço e a solução está nas estações.

Os líderes de todos os países juntaram-se e fizeram um apelo. Pessoas novas, saudáveis e que queiram ajudar.

Milhares de candidatos acorreram ao chamamento. Foram feitos testes, esses, de aptidão física, capacidade intelectual, ligações afetivas, desenvolvimento de carácter, envolvimento social e crença espiritual.

Apenas 4000 foram seleccionados. Entregaram-lhes um lenço de cor que os distinguia da restante população.

Começaram a chamar-lhes viajantes. Eram a esperança do mundo. Com toda a gente recolhida em casa, nas janelas começaram a surgir pequenos desenhos feitos pelos que acreditavam que no fim haveria uma solução. Nas janelas, varandas, marquises, nos carros, nos caixotes do lixo, nos marcos do correio, pequenos desenhos de arco-íris com as cores dos viajantes começaram a aparecer nas janelas das ruas vazias.

A cidade tão cinzenta encheu-se das cores da esperança.

Juntaram os 4000 viajantes. A sua missão é percorrer as 6 estações (uma para cada continente e uma para os oceanos e o espaço) e trazer delas o que os cientistas já tinham descoberto para juntos, chegarem a uma cura.

Corria o mês de Abril e ao 25º dia, um sábado, as naves foram lançadas...”

Dia 25 de Abril

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Dia 26 de Abril

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